terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Você não está só,


Tenho a impressão que a pandemia nos trouxe um senso crítico e descobertas importantes; dentre elas o fato de que, não estamos sós.

Segundo algumas pesquisas desde o século passado, as taxas de obesidade quase triplicaram. Não apenas entre os adultos como também alcançou ²crianças e adolescentes.

De acordo com os dados de pesquisa do IBGE,a proporção de obesos na população com 20 anos ou mais de idade mais que dobrou no país entre 2003 e 2019, passando de 12,2% para 26,8%. Nesse período, a obesidade feminina subiu de 14,5% para 30,2%, enquanto a obesidade masculina passou de 9,6% para 22,8%.

Esses dados trazem consigo outro fator que nos persegue na jornada diária para alcançarmos o peso ideal, a tão temida depressão. Pesquisa feita pela (UFRGS) Universidade Federal do Rio Grande do Sul nos meados de junho, julho desde ano revela que 80% da população brasileira tornou-se mais ansiosa na pandemia do novo Corona vírus.

Segundo OMS, 121 milhões de pessoas sofrem de depressão, em todo o mundo. O Brasil ocupa o primeiro lugar do ranking da prevalência da doença em países em desenvolvimento; segundo um estudo epidemiológico publicado na revista especializada BMC Medicine, 121 milhões de pessoas estão deprimidas. Para se ter uma ideia, é um número quase quatro vezes maior do que o de portadores de HIV/Aids (33milhões).

Segue a balança,

¹Os dados são do segundo volume da Pesquisa Nacional de Saúde 2019

²Já em relação à obesidade infantil, o Ministério da Saúde e a Organização Panamericana da Saúde apontam que 12,9% das crianças brasileiras entre 5 e 9 anos de idade têm obesidade, assim como 7% dos adolescentes na faixa etária de 12 a 17 anos.

³A principal conclusão da pesquisa foi que, nesse período de pandemia, as pessoas desenvolveram ou aumentaram – quem já tinha – sintomas de estresse, ansiedade ou depressão. Isso foi bem marcante, até porque, quando se comparam os nossos dados com os de outros países, como Itália e China, 80% da população da nossa amostra chegaram a reportar sintomas moderados a graves de ansiedade e 68%, depressão”, disse à Agência Brasil a professora da UFRGS Adriane Ribeiro Rosa, coordenadora da pesquisa.


FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/

FONTE: http://www.planassiste.mpu.mp.br/


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Outubro Rosa